H.Olhos | Hospital de Olhos Paulista
Central de Atendimento (11) 3050-3333 - Paulista / (11) 4126-6464 - ABC
H.Olhos | Hospital de Olhos Paulista
Início » Blefarite: infecção da pálpebra

Blefarite: infecção da pálpebra

A A
10 de março de 2016

Muito mais frequente do que se pensa, a blefarite afeta cerca de 30% da população mundial. Coceira e lacrimejamento são alguns dos sintomas.

Processo inflamatório da margem palpebral, a blefarite provoca um quadro de vermelhidão e descamação das pálpebras, acompanhada ou não por sensação de areia e irritação nos olhos, principalmente pela manhã. De acordo com a especialista em plástica ocular do H.Olhos Paulista e membro da Sociedade Brasileira de Plástica Ocular, Dra. Célia Simões Cardoso de Oliveira Sathler, pessoas que apresentam dermatite seborreica, excesso de oleosidade na pele ou olho seco são mais suscetíveis a desenvolverem esse quadro inflamatório, especialmente em clima seco. Entenda a doença, os cuidados e o tratamento.

Tipos e causas

“Somente através de um exame detalhado, realizado com o auxílio de um aparelho microscópico, chamado lâmpada de fenda, é que se pode estabelecer qual é o tipo de blefarite e o tratamento mais adequado para cada caso”, destaca a Dra. Célia Sathler. Os tipos mais frequentes são:

1 – Bacteriana – provocada por uma infecção bacteriana local;
2 – Seborreica – quando há aumento da produção de gordura pelas glândulas palpebrais;
3 – Alérgica – desencadeada por poeira, ácaros e substâncias químicas, como o rímel etc.

Principais sintomas

- Vermelhidão e descamação da pele das pálpebras, como “caspas”;
- Coceira nas pálpebras;
- Sensação de areia nos olhos ou sensação de corpo estranho;
- Lacrimejamento;
- Sensibilidade à luz;
- Em casos graves, úlceras ou feridas perto da base dos cílios;
- Perda de cílios;
- Às vezes, conjuntivite.

Tratamento e cuidados

O tratamento vai levar em consideração a causa da blefarite. Dra. Célia Sathler explica que, para os casos mais intensos, é prescrito o uso de pomada local (nas pálpebras) a base de antibiótico e corticoide. Já nos casos de difícil controle, é introduzido o tratamento com antibiótico por via oral, durante alguns meses, para intensificar a melhora. “De forma geral, é importante consultar regularmente seu oftalmologista. Somente ele conseguirá diagnosticar a causa e o tratamento adequado”, orienta.

Independente do tipo de blefarite, Dra. Célia Sathler explica algumas medidas simples que devem ser adotadas por todos os pacientes:

- Lavar as pálpebras com água morna e sabão neutro infantil;
- Fazer compressas mornas de 5 a 15 minutos;
- Evitar o uso de cosméticos, principalmente nas pálpebras;
- Aplicar colírios lubrificantes.

Agende uma consulta: atendimento online.



H.Olhos | Hospital de Olhos Paulista Voltar

Newsletter

Receba notícias e dicas sobre o H.Olhos em seu e-mail!